terça-feira, 30 de agosto de 2016

SUPERNATURAL LOVE- 4 CAPITULO
  Eu ainda estava um pouco nervosa, realmente havia dado certo? ISSO É INCRÍVEEEEL. Preciso aprender mais sobre eles, quem sabe ser uma, daqui um tempo é claro haha.
   Dylan estava bem, o câncer havia sumido, eu estava muito feliz por ver aquele sorriso de volta ao seu rosto.

  Agora ele pode voltar para escola comigo, voltar para casa, ter uma vida normal, enfim.
  Dylan me deu um abraço bem apertado, depois, eu, ele e os garotos, andamos pelo corredor até a saída do hospital, entramos no carro, os garotos deixaram eu e Dylan na minha casa, Dylan e eu entramos.
  Eu havia saído da casa dos meus pais a umas duas semanas, Dylan não sabia, geralmente ele morava na minha casa comigo porque os pais dele abandonaram ele e foram embora daqui sem deixar rastros, ele já estava acostumado com papai e mamãe, mas agora era só eu, ele não se preocupou, claro que havia um quarto para ele.
 Eu expliquei como funcionava a casa, onde ficava as comidas, onde era a sala, banheiro e o quarto dele. Eu o levei até seu quarto que eu mesma havia decorado com a banda favorita dele Coldplay, havia frases deles e das musicas deles por todo o quarto, Dylan adorou o quarto, ele disse:
- Caramba, fez isso tudo pra mim? Mesmo sem ter certeza de que eu voltava vivo daquele hospital?
 Eu olhei pra ele séria por não ter gostado da piada, e disse:
- Eu fiz porque eu tinha esperança, eu sabia que iria achar uma solução. Não faça esse tipo de brincadeira.
 Ele deu um sorriso leve, e disse:
- Hey calma, agora quem vai te proteger sou eu, não fique com medo não vou a lugar algum.
 Eu o abracei e disse:
- Mas se você for vai me levar.
 Ele sorriu e me abraçou.
 Eu soltei ele e disse:
- Agora vá dormir porque quero você bem disposto amanhã de manhã.
Ele olhou com duvida;
- Por quê?
Ele sorri com ironia e disse:
- Amanhã tem aula se esqueceu?
Ele fez uma cara de desanimo e se jogou na cama e disse:
- Preciso mesmo ir?
 Eu cruzei os braços e disse:
- Mas é claro, não estou te criando pra ser burro. Eu joguei um travesseiro na cara dele e sorri. Ele tirou o travesseiro, abraçou e disse:
- Sim senhora. E sorriu.
 Eu disse:
- Acho bom.


CONTINUA
  


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